O termo Cicloecoturismo começa a aparecer em torno de 2014, através do trabalho da Universidad Autónoma del Estado de México Facultad de Geografía, onde são sugeridos ótimas zonas para a prática de ciclismo de montanha e cicloecoturismo, tendo sido adotado também pelo ciclista Carlos Rocha do Chile, em 2016.
Acesse a matéria de quando foi lançado o termo Cicloecoturismo no Brasil, onde dei uma entrevista para a Rede Record:
https://www.youtube.com/watch?v=GaFGVMskofs
Cicloecoturismo na Costa do Sol
Na região Costa do Sol, lanço esse termo no ano de 2021 durante uma matéria da Record sobre o Cicloecoturismo que ganha mais adeptos, onde relato a minha segunda cicloviagem regional.
Cicloecoturismo e Suas Vertentes
Podemos ver o cicloecoturismo por duas frentes: uma ferramenta de pesquisa para uso da educação ambiental ou como cicloturismo com interpretação ambiental para visitantes o que a guia de turismo Izabela Madureira do Amapá vem desenvolvendo com muita dedicação após assistir essa matéria da Record e tendo tempos após me encontrado virtualmente e me contactado para trocas de ideias.
Projeto Jornada Circuito Biodiversidade Costa do Sol
Foi a partir da pesquisa que realizo na região desde 2009, que um grande amigo historiador de Cabo Frio, o Pierre de Cristo, me presenteia em dezembro de 2016 com uma bicicleta MTB para incentivar mais minhas pesquisas e registros, a qual passo me adaptar a ela e a adaptar nela equipamentos para futuras pesquisas com viagens mais estendidas.
Em 2017 sofro um acidente lesionando ombro esquerdo e nervos intercostais do lado direito o que atrapalha um pouco meus planos, porém, após treinar arduamente o corpo para resistência e após registrar cidades mais próximas nasce o projeto: Jornada Circuito Biodiversidade Costa do Sol e adjacências em 2020, fazendo então a união do cicloturismo com o ecoturismo com pequenas cicloviagens em torno de 12 a 16 dias na estrada para acampar, registrar fauna e flora, observar o meio, conhecer reservas naturais, realizar trilhas caminhando nas matas e orlas, conhecer culturas e realizar lives para mostrar lugares e biodiversidade como forma de interpretação ambiental virtual tendo seguidores, amigos e curiosos participando em tempo real, onde acompanhavam e acompanham minhas jornadas juntas a Darwin (minha fiel bicicleta) mostrando as belezas naturais de nossa região. Com o tempo, várias pessoas passaram a ir conhecer locais próximos ricos em natureza respeitando o meio, seja de carro, de ônibus ou bicicleta, tendo inclusive, adquirido esse meio de transporte com incentivo de minhas cicloviagens.
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